Nossa História

Em decorrência do crescimento das cidades e da poluição, as pessoas deixaram de olhar e de ter contato direto com os rios, principalmente com o Tietê, o maior do Estado de São Paulo. Pois, ninguém gosta de encarar a degradação e muito menos de assumir responsabilidades. Se um rio é como um espelho que reflete a nossa sociedade, o Tietê revela que não estamos bem...

 

Porém, alguns artistas, ,jornalistas, pescadores, poetas, fotógrafos e cidadãos comuns, não deixaram de guardar na memória, nos seus trabalhos e ensinamentos a importância de olhar profundamente para o velho rio Tietê e para as paisagens de suas cidades.

 

Inspirada nesses personagens, muitas vezes anônimos, em junho de 1991, a Fundação SOS Mata Atlântica, criou o Núcleo União Pró Tietê e deu início a uma das mais amplas articulações realizadas pela sociedade, em torno de uma questão ambiental, de que se tem notícia no país.

 

A Rádio Eldorado já havia sensibilizado a população de São Paulo para o problema da poluição do Tietê e em conjunto com a SOS Mata Atlântica e o Unibanco Ecologia reuniu, em um abaixo-assinado, um milhão e meio de pessoas que pediam a

despoluição do rio. 

 

Essa mobilização fez com que o governo do Estado e as agências internacionais de financiamento assumissem o compromisso, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Eco 92), de dar início ao Programa de Despoluição do Rio Tietê.

 

Assim nasceu o "Observando o Tietê", um projeto de educação ambiental diferente dos padrões acadêmicos e da educação formal, cuja metodologia desenvolvida por Samuel Murgel Branco, através do monitoramento da qualidade da água , por percepção e de forma participativa, tem o objetivo de fazer com que a sociedade civil organizada, de cada município ribeirinho se envolva na recuperação ambiental dos rios.

© 2002 – Desenvolvimento Cauã TBR Wingeter. Todos os direitos reservados.

Um rio é como um espelho que reflete os valores e comportamentos da nossa sociedade.

Você já olhou para o Tietê hoje?

 

 

Todos os anos,
10 milhões de pessoas morrem no planeta vítimas de doenças de transmissão hídrica.